França, a fera do São Paulo

Entre 1996 e 2002, França foi a referência do ataque são paulino. Pelo Tricolor do Morumbi, ele conquistou os Campeonatos Paulistas em 1998 e 2000, além de ser campeão dou Torneio Rio-São Paulo em 2001. Rápido, preciso e com finalizações perfeitas.

Quinto maior artilheiro da história do São Paulo, França marcou 182 gols em 327 jogos pelo clube. Somente Serginho Chulapa, Gino Orlando, Luis Fabiano e Teixeirinha o superam na lista dos maiores goleadores do SPFC.

Veja muitos gols de França no vídeo abaixo.

A Família Lemos (por Paulo-Roberto Andel)

Provavelmente a de maior artilharia na história do futebol, ou uma das, a Família Lemos tem histórias de sobra para contar. Dentre os irmãos, César Maluco foi um monstro no Palmeiras, Caio Cambalhota marcou muitos gols pelo Flamengo e vários outros times, Luisinho Tombo foi o maior artilheiro da história do America. Confira.

Almir Pernambuquinho (da Redação)

Almir Morais de Albuquerque, o Almir Pernambuquinho, nasceu em Recife, em 28/10/1937, vindo a falecer no Rio de Janeiro em 06/02/1973.

Um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, de personalidade forte e explosiva, com justa fama de encrenqueiro, protagonizou algumas das maiores polêmicas do futebol de sua época. Envolveu-se em diversas brigas, normalmente provocadas por ele mesmo. Entre essas brigas, destacam-se uma batalha campal entre os jogadores do Brasil e do Uruguai em partida realizada em 1959 entre as seleções dos dois países e, principalmente, a briga provocada por ele na final do Campeonato Carioca de 1966.

Almir morreu assassinado, em 1973, aos 36 anos, numa briga no bar Rio-Jerez, em frente à famosa Galeria Alaska, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Segundo testemunhas, ao ver que alguns atores-bailarinos do grupo Dzi Croquettes, ainda maquiados depois de uma apresentação, estavam sendo achincalhados por um grupo de portugueses, o jogador interveio em defesa de atores. Houve uma discussão, Almir agrediu um dos portugueses, e começou um tiroteio no calçadão da avenida Atlântica. No final, Almir estava morto, com uma bala na cabeça.

Seu livro “Eu e o futebol” é um marco da literatura esportiva do Brasil.

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Luisinho Lemos (da Redação)

Luiz Alberto Silva Lemos, mais conhecido como Luizinho Lemos ou Luizinho Tombo, é o maior artilheiro da história do America F.C., com 311 gols. É irmão dos também atacantes Caio Cambalhota e César Maluco.

No Brasil, marcou 434 gols, afora os que assinalou jogando no exterior. Marcou época no futebol carioca dos anos 1970 e 1980. Passou por Flamengo, Internacional, Palmeiras, Botafogo e outras equipes.

É o terceiro artilheiro da história do Maracanã, ficando atrás apenas de Roberto Dinamite e Zico.

A FAMÍLIA LEMOS E SEUS ARTILHEIROS

Dadinho e Alcino, reis do Remo (da Redação)

Alcino e Dadinho

Dadinho, com 163 gols é o maior artilheiro da história do Clube do Remo, e três vezes artilheiro do campeonato paraense.

Paulista, começou a carreira no Itabuna, no anos de 1978, tendo defendido diversos outros clubes em sua carreira: Saad-SP, Santa Cruz, o extinto Pinheiros (hoje Paraná Clube), Inter de Porto Alegre, Ceará, ABC e Paysandu.

A história de Dadinho também é marcada no grande rival do Remo, o Paysandu: ele foi o autor do gol do título brasileiro do Papão na Série B em 1991.

Em 2011, o artilheiro morava em Indaiatuba-SP com a esposa e dois filhos, trabalhando fora do futebol, numa concessionária de veículos, na parte de monitoria do sistema de câmeras de segurança da loja.

O segundo maior artilheiro da história do Remo é o carioca Alcino “Motora” (Alcino Neves dos Santos Filho), com 158 gols. Começou no Madureira, depois também atuando pela Portuguesa de Desportos, Grêmio, Atlético Goianiense, Bangu, Rio Negro-AM, Internacional de Limeira e Pinheirense-PA. Foi tricampeão paraense entre 1973 e 1975.

Vindo de uma juventude difícil, chegando mesmo a ser preso e condenado no Rio de Janeiro, Alcino ganhou a torcida azul por sua garra, irreverência e pelo estilo que depois seria conhecido anos depois por bad boy. Faleceu em 2006, numa situação muito difícil na cidade paraense de Ananindeua, onde morava de favor em um sítio.

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