Na despedida do “Violino”, uma nova promessa de futebol: o Galinho.
O veterano craque Carlinhos se despedia do futebol. Deu suas chuteiras para uma jovem promessa da base rubro-negra: Zico.




Na despedida do “Violino”, uma nova promessa de futebol: o Galinho.
O veterano craque Carlinhos se despedia do futebol. Deu suas chuteiras para uma jovem promessa da base rubro-negra: Zico.





Um documentário de Gustavo Araya, com depoimentos de Pelé, Pepe, Zagallo, Sergio Cabral, Assis, Zico e muitos outros.
No Brasil, o ato de “virar casaca”, involuntariamente ou não – até mesmo por causas nobres, homenagem a amigos, ações comunitárias e filantrópicas – é condenado como se estivesse previsto no Código Penal.
Também vale para jogadores muito identificados com um clube e que passam a atual num rival, ou mesmo um clube de outro estado, e enfrentam a antiga casa.
Mas será que é possível realmente identificar os personagens abaixo pelas camisas que vestem/mostram nas imagens, às vezes de forma pontual e única?
Parece claro que não.
1) Zico

2) Pedro Bial, supertricolor (homenageando Armando Nogueira)

3) Pelé no Fluminense

4) O Rei do Futebol no Flamengo

5) O mito botafoguense Garrincha

6) Tita, criado na Gávea e com passagem por diversos clubes brasileiros

7) Roberto Dinamite, símbolo vascaíno

8) O cantor Fagner, que já foi Ceará, Fortaleza, Fluminense etc

9) O cantor botafoguense Agnaldo Timóteo, também um torcedor firme do América

10) Nunes, intimamente vinculado ao Flamengo

11) Biro-Biro, eterno ídolo da Fiel

12) Casagrande, marca registrada do Corinthians

13) Serginho Chulapa, muito ligado ao Santos e com passagem marcante pelo Sâo Paulo

14) Adílio, o “cobra criada” da Gávea, apelidado pelo locutor Waldyr Amaral

Em 2012, Raimundo Fagner, um dos grandes artistas da MPB, concedeu entrevista ao site Portal da Copa, recordando duas histórias com o mundo do futebol: amigos, convivências, e lembranças da amizade com jogadores como Zico e o falecido Geraldo.

Um dos grandes fotógrafos do Brasil faleceu hoje: Orlando Abrunhosa.
Sobre ele, as imagens falam mais do que tudo.


Orlando Abrunhosa em entrevista a Mauro Ventura em O Globo: CLIQUE AQUI.
O documentário “Três no Tri”
Copa do México, 1970: Pelé faz o gol da virada contra a Tchecoslováquia, dando início à arrancada da seleção brasileira rumo ao tricampeonato. Orlando Abrunhosa imortalizou o feito na fotografia brasileira mais reproduzida mundo afora, mas esta não é a sua única façanha.
Direção e roteiro: Eduardo Souza Lima
Produção: Ailton Franco Jr.
Produção executiva: Anna Azevedo
Direção de produção: Daniela Santos
Fotografia e câmera: David Pacheco
Montagem: Eva Randolph
Som direto: Júlio Braga e Vampiro
Edição de som: Rodrigo Maia
Mixagem: Damião Lopes
Participações especiais: Evandro Teixeira e Walter Firmo
Prêmios:
Prêmio Edital RioFilme de Produção de Curta-metragem 2011
Troféu CINEfoot 2013 de Melhor Curta-Metragem
Mention d’Honneur da categoria Movies & Great Champions do 31º Milano International Ficts Fest
