Lançamento do livro “Da lama à grama”, de Kleber Monteiro, nesta quinta-feira

Na próxima quinta-feira (16), o escritor Kleber Monteiro lança o livro “Da lama à grama” no Rio de Janeiro. A obra é a descrição de todo o campeonato da terceira divisão do futebol carioca no ano de 2019. Para realizá-la, Kleber fez viagens quilométricas de modo a assistir todos os times da competição pelo menos uma vez, contando tudo sobre jogadores, treinadores, dirigentes e torcedores.

Além dos jogos, que por si somente formam um livro único, o autor captou toda a atmosfera que cercava as partidas, desde fatos engraçados e até jocosos como dramáticos e reflexivos, captando uma realidade muito diferente da vivida pelos grandes clubes brasileiros. “Da lama à grama” é, desde já, um registro histórico.

O livro foi produzido pela Vilarejo Metaeditora, com a participação direta do PANORAMA: produção de nosso fundador e cronista Zeh Augusto Catalano, mais revisão e prefácio do nosso cronista Paulo-Roberto Andel. E para ficar tudo em casa, o lançamento será no Sebo X, apoiador desta casa.

OBS: atendendo aos protocolos necessários, não é permitido acessar o prédio onde fica o Sebo X sem o uso de máscara. A presença no evento deve ser confirmada antes pelo Whatsapp (21) 99791-5589.

SERVIÇO

“Da lama à grama: uma viagem pela terceira divisão do futebol carioca”

Lançamento: 16/07/2020 (quinta)

Horário: agendado pelo Whatsapp (21) 99791-5589

previamente entre 13 e 17h.

Local: Sebo X – Praça Tiradentes, 9/sala 601 – sexto andar – Centro – RJ

Preço: R$ 50,00. Débito, crédito e dinheiro.

Produção: Vilarejo Metaeditora

Tamanho: 14 x 21 cm

Páginas: 186

Todo juiz é ladrão; Cabelada, não! (por Paulo-Roberto Andel)

Nesta quinta-feira começa a campanha de crowdfunding para financiar o documentário “Todo juiz é ladrão; Cabelada, não!”, com direção de Leandro Araújo.

Abaixo, o texto da campanha em sua página.

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Luiz Carlos Gonçalves, o Cabelada, foi um dos árbitros mais populares e folclóricos da história do futebol carioca. Cunhou o bordão “Todo juiz é ladrão, Cabelada não!”

Cabelada tem tantas histórias incríveis que decidimos fazer um documentário sobre ele. A ideia é contar com muito bom-humor os “causos” da época de árbitro e da vida boêmia, com imagens de acervo de TV, notícias de jornal, áudios de rádio, fotos antigas, além de entrevistas com:

– Ex-jogadores
– Dirigentes de clubes cariocas
– Personalidades do samba
– Jornalistas esportivos
– Amigos e familiares

O filme já começou a ser produzido com recursos pessoais e já temos até teaser trailer. Mas para dar prosseguimento a este projeto precisamos levantar mais uma graninha. Por isso vamos lançar um financiamento coletivo no Catarse.

O financiamento coletivo funciona assim: cada um contribui com o quanto puder na página do filme no site do Catarse. Dependendo do valor da contribuição você terá direito a uma ou mais recompensas. Teremos link para ver o filme online, livros, DVD e muito mais.

A arrecadação começa nesta quinta ao meio-dia. Chame a galera para apoiar. Convide ao menos três amigos para esse evento e nos ajude a fazer o documentário do Cabelada acontecer!

Equipe:
Leandro Araújo – direção e pesquisa
Maria Fernanda Quintela – câmera
Fabricio Barros – câmera
Yanieska Shanah Genaro – Fotografia e som
Victor Viana – entrevista

As cotas de TV e as dívidas dos grandes cariocas (da Redação)

Tema recorrente nos últimos tempos, a questão das receitas e dívidas dos clubes de futebol é fruto de longos debates em tempos que o esporte e o business tornaram-se inseparáveis.

No caso particular do  futebol carioca, muito se fala sobre as gestões e a administração financeira dos clubes. Por muito tempo, todos viveram verdadeiras cirandas administrativas. Hoje, cada um a seu modo e receitas disponíveis, estão lutando contra o problema.

Alguns dados abaixo, produzidos a partir do excelente blog de Cássio Zirpoli no Diário de Pernambuco, e também de matéria de Daniel Mundim no Globoesporte, ajudam a entender as manchetes atuais sobre o tema.

A principal receita dos clubes cariocas (e brasileiros) advém das cotas de TV pagas pela emissora que detém a exclusividade dos direitos de transmissão das partidas no Brasil.

Diário de Pernambuco – CLIQUE AQUI

Globoesporte – CLIQUE AQUI.

Uma avaliação de 2016 – CLIQUE AQUI

 

 

“Maré, maré; jacaré, jacaré!” e outras histórias (da Redação)

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O futebol já foi mais simples, divertido e espirituoso.

Há vinte anos, a sensação do futebol carioca estava nas frases espirituosas do treinador Jair Pereira, daquela vez comandando o Botafogo.

Jair trabalhou em mais de 30 clubes, foi campeão mundial de juniores pela Seleção Brasileira e bem antes disso, brilhou com a camisa do Vasco dentro de campo.

Profissional de respeito, querido por todos, divertido e competente, muito diferente do tom professoral que muito se vê hoje à beira do campo.

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O Jornal do Brasil relembrava em 19 de setembro de 1996 os casos curiosos de alguns treinadores brasileiros.

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Moisés, zagueiro de trocentos times, depois treinador (citado na matéria) e uma figura marcante do Rio de Janeiro, ao lado de mitos do futebol como Joel Santana, Brito e o falecido Alcir Portela.

Era o Bloco das Piranhas, famoso em Madureira por receber jogadores de futebol vestidos de mulher no Carnaval.

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Jair Pereira e Moisés jogaram juntos no Bonsucesso. Na imagem abaixo, do livro “Vai dar zebra”, do jornalista José Rezende, Moisés é o quarto em pé da esquerda para a direita. Jair Pereira é o terceiro agachado, do meio.

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